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12 de janeiro, 2021

Um mercado de US$ 6,3 trilhões de dólares à espera do food service

As perdas causadas pela pandemia no setor de food service foram grandes em 2020. A queda foi de 32%, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e projeções da Food Consulting. Entre diversas estratégias de crise, o delivery (visto antigamente como um diferencial) passou a ser essencial para a sobrevivência de empresários.

Os dados comprovam. O Brasil foi responsável por 48,77% do delivery de toda a América Latina no ano passado, que registrou um aumento no uso da tecnologia de 27% (antes da pandemia) para 72% em dezembro de 2020. Um estudo do Sebrae e Abrasel concluiu que os gastos com delivery na pandemia cresceram mais de 94%.

O que vem por aí?

2021 promete ser promissor. Especialistas apostam em uma recuperação de mais de 50% em relação ao prejuízo do ano passado. Muito disso se dará pela menor competição, já que ao menos 25% dos negócios fecharam as portas.

A supervisora de vendas da Dispropan, Ana Beatriz Freitas, destaca que para conquistar novos clientes, os players precisam entender que a renda diminuiu e que as tendências desenvolvidas ao longo da pandemia estarão ainda mais fortes.

“Existem mudanças que são muito profundas, não tem mais volta. Todo nosso setor foi forçado a se reinventar. O food service será ainda mais diferente em 2021, com uma previsão de movimentar no mundo aproximadamente US$ 6,3 trilhões de dólares”, analisa Dayane Couto, gestora de recursos humanos da Dispropan.

O que faz a diferença na hora do delivery

Ao contrário do que pensam alguns, o delivery entrega sim experiência. Mesmo não sendo a mesma que a do consumo no local, os cuidados de higiene e cortesia dos entregadores vem deixando essa balança mais equilibrada.

Embalagens que mantêm temperatura e textura da comida e que impeçam problemas como falta de lacre, itens desarrumados ou vazando, fazem com que os clientes sejam mais facilmente fidelizados. São 51% das pessoas que, às vezes, assumem consumir os produtos na mesma embalagem de transporte, de acordo com pesquisa da Galunion em parceria com a Qualibest.

A temperatura do alimento também afeta a experiência de consumo. Apesar de 47% dos consumidores indicarem que, na maioria das vezes, os pedidos chegam numa temperatura aceitável, 23% das pessoas aquecem os produtos em micro-ondas.

A Dispropan vem, desde o início da pandemia, dando suporte aos clientes para que o impacto econômico do coronavírus seja amortecido. “Assim como nossos parceiros, nós também procuramos nos reinventar para nos adaptarmos ao novo normal”, explica Ana Beatriz.

Se você quer aprender mais sobre novas tecnologias e tendências para 2021, acompanhe nossas redes sociais: www.instagram.com/dispropanltda e www.facebook.com/dispropan.